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Otimização para os sistemas de Busca é um conjunto de regras e métodos usados para melhorar o posicionamento de páginas de websites na listagem de resultados das Máquinas de Busca e pode também ser considerado um subconjunto de regras para o marketing em sistemas de Busca.
O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimizers, Acrônimo SEO) também se refere a indústria de consultoria, que trabalham na otimização de projetos e websites de seus clientes. Alguns comentáristas, e também alguns profissionais de SEOs, dividiram os métodos usados por seus praticantes em categorias como os “SEO de chapéu branco” (geralmente utilizam métodos aprovados pelos sistemas de busca, como a prática de construção de conteúdo e melhoria da qualidade do site), ou “SEO de chapéu negro” (utilizam truques como “cloaking” (camuflagem do conteúdo real da página) e spamdexing). O termo `spamdexing´ (originado da fusão de spam e indexing) refere-se a pratica de Spam direcionada aos motores de busca.
Os praticantes de técnicas do Chapéu Branco dizem que os do Chapéu Negro se valem de métodos que são vistos como tentativas de manipular o posicionamento nos resultados das Máquinas de Busca a seu próprio favor. Praticantes do Chapéu Negro dizem que todas as tentativas e técnicas utilizadas para manipular o posicionamento são legítimas, e o tipo de técnica utilizada para se alcançar o objetivo de melhorar o rank é irrelevante.
As Máquinas_de Busca indicam diferentes tipos de listagens nas páginas de resultados, incluindo: publicidade paga nas páginas de resultados, (SERPs), includíndo: conteúdo de publicidade paga por click, anúncios, pagamento para inclusões em sistemas de busca e resultados de busca orgânica. As técnicas utilizadas no SEO são concebidas para alavancar seus objetivos no seu website melhorando o número e a posição de seus resultados nas busca orgânica para uma grande variedade de palavras chave relevantes ao conteúdo do web site. Estratégias de SEO podem melhorar tanto o número de visitações quanto a qualidade dos visitantes, onde qualidade significa que os visitantes terminam a ação esperada pelo proprietário do site (ex. comprar, assinar, aprender algo). Os serviços de Otimização para Sistemas de Busca normalmente é oferecido como um serviço autônomo, ou como parte de um projeto de Webmarketing, e pode ser muito eficaz quando incorporado no início do desenvolvimento dos projetos iniciais de um website.
Em termos de competição, com grande volume de termos para busca, o custo de anúncios para pagamento por click pode ser bem expressivo. Um bom posicionamento nos resultados orgânicos de busca pode fornecer o mesmo tráfego almejado e ter um custo potencialmente mais baixo significativamente. Os proprietários de websites devem optar por otimizar seus sites para a busca orgânica, se o custo do otimização for menor do que o custo da publicidade paga.
Nem todos os sites têm objetivos idênticos para o otimização em sistemas de busca. Alguns querem atingir todo o tipo de tráfego na rede, e podem ser otimizados para incrementar a busca de frases comuns. Uma boa estratégia para otimização nos sistemas de busca pode funcionar perfeitamente com sites que tenham interesse em atingir um grande público-alvo, tais como Informativos Periódicos, serviços de diretórios, guias, ou sites que exibem publicidade com um modelo baseado em CPM. Em contraste, muitas empresas tentam otimizar seus sites para um grande número de palavras-chave altamente específicas que indicam a prontidão para venda. Otimizações deste tipo, tendo em vista um amplo espectro de termos para busca pode impedir a venda de produtos por gerar um grande volume de requisições com baixa-qualidade, com um custo financeiro alto e resultando em pequeno volume de vendas. Focalizar a qualidade do tráfego gera melhor qualidade nas vendas, permitindo que sua equipe de vendas feche negócios mais rentáveis. A otimização para sistemas de busca pode ser muito eficiente quando usada como parte de uma estratégia de Marketing.
Histórico
Início dos sistemas de busca
Webmasters e responsáveis dos portais de conteúdo começaram a otimizar seus sites para os sistemas de busca em meados de -1990s, porque os primeiros motores de busca estavam iniciando a indexação do conteúdo na World_Wide_Web. No início, os webmasters precisavam enviar o endereço do site aos vários sistemas de busca existentes na Rede, para que programas como spiders, pudessem “mapear” o site e armazenar as informações coletadas. O padrão e suporte das Máquinas de Busca era mapear uma página da web inteira e selecionar as chamadas palavras relacionadas na busca; então uma página com muitas palavras diferentes ampliavam a combinação de resultados, e uma página da web contendo uma relação de palavras como um dicionário teria como resultado um grande número de combinações, conseqüêntemente limitando os resultados somente a nomes únicos. Os sistemas de busca então classificavam a informação por tópicos, muitas vezes exibindo como resultado das buscas páginas já expiradas, não existentes ou de conteúdo diferente ao que estava armazenado. Como o número crescente de documentos online, e vários webmasters trabalhando para aumentar o valor nos resultados em busca orgânica, os sistemas de buscas mais populares começaram a classificar as páginas de resultados mais relevantes em primeiro. Iste era o início de um atrito entre Sistemas de Busca e Webmasters que continua até hoje.
Os primeiros motores de busca eram orientados pelos próprios webmasters. Na ocasião, as versões existentes dos algoritmos utilizados nos sistemas de busca confiaram aos webmasters e provedores de conteúdo a responsabilidade no fornecimento das informações na forma de Categorias e o uso das Meta-Tag para palavras-chave meta tags ou sistemas de busca que usavam arquivos de índice como ALIWEB, fornecendo assim um guia para o índice de cada página. Quando alguns webmasters começaram a abusar no uso das Meta-Tags, fazendo com que as informações de Meta-Tags das páginas não correspondessem ao conteúdo, os motores de busca abandonaram esta forma de obter informações através de Meta-Tags e desenvolveram um sistema de ranking mais complexo utilizando algoritmos, elevando a filtragem das palavras e elevando o número limitado para palavras (anti-dicionário) e são mais diversas, incluindo:
- Texto dentro do Tag de título
- Nome de Domínio
- URL (de Universal Resource Locator) em português significa (Localizador Uniforme de Recursos) diretórios e nomes de arquivos
- HTML element|HTML tags: cabeçalhos, negrito e textos com ênfase
- Keyword density Densidade das palavras
- Proximidade das Palavras-Chave
- Alt attributes Atributo em texto alternativo para images
- Textos dentro da Tag NOFRAMES
Pringle, em al. (Pringle et al., 1998) [1], também definiu um número de atributos dentro da codificação HTML de uma página que freqüentemente eram manipulados por provedores de conteúdo na Internet tentando melhorar a própria classificação em motores de busca. Devido a fatores que estão praticamente sob o controle exclusivo dos responsáveis por um site, os motores de busca continuaram a sofrer abusos e tentativas de classificações manipuladas. Para fornecer melhores resultados a seus usuários, os sistemas de busca tiveram que se adaptar e assegurar que as Página de resultados mostrem sempre os resultados mais relevantes durante uma procura, ao invés de páginas inúteis cheias de palavras-chave e termos criados inescrupulosamente por webmasters na tentativa de usá-las como iscas para exibirem webpages sem link ou conteúdo. Estes fatos levaram ao nascimento de um novo tipo de motor de busca.
[editar] Sistemas de Busca Orgânica
Google foi iniciado por dois estudantes PhD da Universidade_de_Stanford, Sergey Brin e Larry Page, e trouxe um novo conceito para avaliar páginas da web. Este conceito, chamado PageRank™, foi importante para o início da criação dos algoritmos do Google [2].
O PageRank™ trabalha principalmente com o fator link e usa a lógica deste sistema de ligação entre páginas como se tivesse o valor de um voto para a página em questão. O fato de uma página ser referenciada através de um link funciona de forma a validar a existência do site e dar um valor mais “digno” ao voto. O valor de cada link de referência varia diretamente baseado no PageRank da página que faz referência ao link e funciona de forma inversa no número de links de saídas de uma página.
Com ajuda de PageRank™, o Google provou ser muito eficiênte em oferecer resultados relevantes nas páginas de resultados e tornou-se o sistema de busca mais bem sucedido e popular.
Pelo motivo do sistema PageRank™ fazer a avaliação de websites através de fatores externos ou fora do controle de pessoas em particular, o Google sentiu que desta maneira poderia ser mais difícil de manipular a relevância de uma página.
No entanto, webmasters já tinham desenvolvido ferramentas para manipulação de link´s e esquemas para influenciar o sistema de busca Inktomi. Estes métodos provaram ser igualmente aplicáveis aos Algoritmos do Google. Muitos sites focalizaram suas ações em trocar, comprar, e vender links numa escala imensa. A confiança do PageRank no sistema de link como um voto de confiança para um valor da página foi subvertido como muitos webmasters procuraram vender links simplesmente para influenciar o Google em enviar mais tráfego, independentemente dos links serem realmente útil as visitantes humanos do site.
Para complicar a situação, o suporte-de-busca omitia o mapeamento de uma página web inteira para procurar as chamadas palavras-relacionadas nas páginas web, e uma página web contendo uma listagem do tipo dicionário ainda combinaria quase todas as buscas (exceto nomes especiais) alcançando alcançando um link-rank mais alto. Páginas de dicionários e links para esquemas podem distorcer severamente os resultados de uma página de resultados.
Já era tempo para o Google — e outros motores de procura — olharem para algo mais distante sobre os fatores fora de controle humano. Havia outras razões para desenvolver algoritmos mais inteligentes.
A Internet estava alcançando uma grande parcela de usuários não-técnicos, que geralmente não conheciam técnicas avançadas de pesquisa que os ajudassem a encontrar a informação que eles estavam buscando e além disso o volume e complexidade dos dados indexados tiveram um enorme crescimento em relação aos primórdios da Internet.
Search engines had to develop predictive, semantic, linguistic and heuristic algorithms. Around the same time as the work that led to Google, IBM had begun work on the Clever Project [3], and Jon Kleinberg was developing the HITS algorithm.
A proxy for the PageRank metric is still displayed in the Google Toolbar, but PageRank is only one of more than 100 factors that Google considers in ranking pages.
Today, most search engines keep their methods and ranking algorithms secret, to compete for finding the most valuable search-results and to deter spampages from clogging those results. A search engine may use hundreds of factors in ranking the listings on its SERPs; the factors themselves and the weight each carries may change continually. Algorithms can differ widely: a webpage that ranks #1 in a particular search engine could rank #200 in another search engine.
Much current SEO thinking on what works and what doesn’t is largely speculation and informed guesses. Some SEOs have carried out controlled experiments to gauge the effects of different approaches to search optimization.
The following factors are speculation on some of the considerations search engines may presently be using or which could be built into their algorithms. A number of these are taken from one of Google’s patent applications [4], and may give some indication as to what is in the pipeline. Some are pure speculation.
It’s also good to keep in mind that Google has over 180 patents and patent applications assigned to them at the US Patent and Trademark Office (USPTO), and a number of those include possible insights into other factors, and other directions that the search engine may follow, some of which may not be consistent with this list.
- Idade do sítio(site)
- Há quanto tempo o domínio está registrado
- Idade do conteúdo
- Freqüência do conteúdo: regularidade com a qual novo conteúdo é adicionado
- Tamanho do texto: número de palavras acima de 200-250 (não afetava o Google em 2005)
- Idade do link e reputação do sítio que o aponta
- Standard on-site factors
- Negative scoring for on-site factors (for example, a dampening for websites with extensive keyword meta-tags indicative of having been optimized [^SEO-ed])
- Uniqueness of content
- Related terms used in content (the terms the search engine associates as being related to the main content of the page)
- Google Pagerank (Only used in Google’s algorithm)
- External links, the anchor text in those external links and in the sites/pages containing those links
- Citations and research sources (indicating the content is of research quality)
- Stem-related terms in the search engine’s database (finance/financing)
- Incoming backlinks and anchor text of incoming backlinks
- Negative scoring for some incoming backlinks (perhaps those coming from low value pages, reciprocated backlinks, etc.)
- Rate of acquisition of backlinks: too many too fast could indicate “unnatural” link buying activity
- Text surrounding outward links and incoming backlinks. A link following the words “Sponsored Links” could be ignored
- Use of “rel=nofollow” to suggest that the search engine should ignore the link
- Depth of document in site
- Metrics collected from other sources, such as monitoring how frequently users hit the back button when SERPs send them to a particular page
- Metrics collected from sources like the Google Toolbar, Google AdWords/Adsense programs, etc.
- Metrics collected in data-sharing arrangements with third parties (like providers of
statistical programs used to monitor site traffic)
- Rate of removal of incoming links to the site
- Use of sub-domains, use of keywords in sub-domains and volume of content on sub-domains… and negative scoring for such activity
- Semantic connections of hosted documents
- Rate of document addition or change
- IP of hosting service and the number/quality of other sites hosted on that IP
- Other affiliations of linking site with the linked site (do they share an IP? have a common postal address on the “contact us” page?)
- Technical matters like use of 301 to redirect moved pages, showing a 404 server header rather than a 200 server header for pages that don’t exist, proper use of robots.txt
- Hosting uptime
- Whether the site serves different content to different categories of users (cloaking)
- Broken outgoing links not rectified promptly
- Unsafe or illegal content
- Quality of HTML coding, presence of coding errors
- Actual click through rates observed by the search engines for listings displayed on their SERPs
- Hand ranking by humans of the most frequently accessed SERPs
O relacionamento entre profissionais de SEO e as máquinas de busca
The first mentions of Search Engine Optimization don’t appear on Usenet until 1997, a few years after the launch of the first Internet search engines. The operators of search engines recognized quickly that some people from the webmaster community were making efforts to rank well in their search engines, and even manipulating the page rankings in search results. In some early search engines, such as Infoseek, ranking #1 was as easy as grabbing the source code of the top-ranked page, placing it on your website, and submitting a URL to instantly index and rank that page.
Due to the high value and targeting of search results, there is an adversarial relationship between search engines and SEOs. In 2005, an annual conference named AirWeb was created to discuss bridging the gap and minimizing the sometimes damaging effects of aggressive web content providers.
Some more aggressive site owners and SEOs generate automated sites or employ techniques which eventually get domains banned from the search engines. Many search engine optimization companies, which sell services, employ long term low risk strategies, and most SEO firms that do employ high risk strategies do so on their own affiliate, lead-generation, or content sites, instead of risking client websites.
Some SEO companies employ aggressive techniques that get their client websites banned from the search results. The Wall Street Journal profiled a company which allegedly used high risk techniques and failed to disclose those risks to its clients.
Wired reported the same company sued a blogger for mentioning that they were banned. [6] Google’s Matt Cutts later confirmed that Google did in fact ban Traffic Power and some of its clients. [7]. Google has enforced webpage restrictions for years, such as for hidden-text (background & foreground colors exactly the same hue); in 2006, Google could punish a non-standard website by blocking search-results, automatically, the next day for 30-35 days (or longer), pending a reinstatement request, and if reinstated, revert the index to old/expired/deleted webpages from a year earlier, delaying the re-indexing of the current website for a total of 2-4 months. Yahoo & MSN Search do not automatically punish entire websites for small amounts of accidental hidden text. Not surprisingly, Google’s market share of daily searches has fallen rapidly from 75% to 56% over the past few years, as other search engines find many valuable webpages that Google has banned & cannot display due to Google’s severely limited index. In early 2006, MSN Search typically re-indexed small websites every 14 days, and Yahoo also re-indexed quickly, much faster than Google, but all 3 MSN/Yahoo/Google could require more than a month to index a new page (new file name) on an old website. Some search engines have also reached out to the SEO industry, and are frequent sponsors and guests at SEO conferences and seminars. In fact, with the advent of paid inclusion, some search engines now have a vested interest in the health of the optimization community. All of the main search engines provide information/guidelines to help with site optimization:
Google’s, Yahoo’s, and MSN’s. Google has a Sitemaps program to help webmasters learn if Google is having any problems indexing their website and also provides an invaluable amount of data on Google traffic to your website. Yahoo! has SiteExplorer that provides a way to submit your URLs for free (like MSN/Google), determine how many pages are in the Yahoo index and drill down on inlinks to deep pages. Yahoo! has an Ambassador Program and Google has a program for qualifying [https://adwords.google.com/select/professionalwelcome Google Advertising Professionals].
Participando dos resultados nas listagens dos sistemas de busca
Novos sites não precisam ser necessariamente “enviados” aos sistemas de busca para serem listados. Um simples link vindo de um website já estabelecido fará com que os sistemas de busca visitem o novo site e inicie o mapeamento do conteúdo. Isto pode levar alguns dias ou mesmo semanas para a indexação do link existente em um site já indexado em todos os principais sistemas de busca e spiders para iniciar a visitação e indexação do novo site.
Uma vez que os sistemas de busca encontrem o site dará início então ao mapeamento das informações e páginas do site, contanto que todas as páginas usam as tag´s de link com padrão <a href> hyperlinks. Links para páginas que são acessíveis somente através de aplicativos em Flash ou Javascript podem não ser encontrados pelos spiders.
Search engine crawlers may look at a number of different factors when crawling a site, and many pages from a site may not be indexed by the search engines until they gain more pagerank or links or traffic. Distance of pages from the root directory of a site may also be a factor in whether or not pages get crawled, as well as other importance metrics. Cho et al. (Cho et al., 1998) [8] described some standards for those decisons as to which pages are visited and sent by a crawler to be included in a search engine’s index.
Os Webmasters podem instruir os spiders para não índixar certos arquivos ou diretórios através do arquivo padrão robots.txt como guia na raiz do domínio. Os protocolos atuais para as máquinas de busca e spiders exige que seja verificada a existência deste arquivo ao visitar um domínio, e mesmo que um spyder ou motor de busca mantenha uma cópia oculta deste arquivo para uso na próxima visita as páginas do site, não pode atualizar essa cópia tão rapidamente quanto um webmaster . Os empresários da área de Desenvolvimento Web podem usar estes recursos para prevenir que determinadas páginas tal como carrinhos de compras ou outras páginas dinâmicas, conteúdo de uso específico de operadores aparecerem em resultados sistemas de busca, assim podem manter os spyder distantes de vertos arquivos.
For those search engines who have their own paid submission (like Yahoo), it may save some time to pay a nominal fee for submission, though Yahoo’s paid submission program does not guarantee inclusion in their search results.
Método do Chapéu Branco
White hat methods of SEO involve following the search engines’ guidelines as to what is and what isn’t acceptable. Their advice generally is to create content for the user, not the search engines; to make that content easily accessible to their spiders; and to not try to game their system. Often webmasters make critical mistakes when designing or setting up their websites, inadvertently “poisoning” them so that they will not rank well. White hat SEOs attempt to discover and correct mistakes, such as machine-unreadable menus, broken links, temporary redirects, or a poor navigation structure.
Because search engines are text-centric, many of the same methods that are useful for web accessibility are also advantageous for SEO. Methods are available for optimizing graphical content, including ALT attributes, and adding a text caption. Even Flash animations can be optimized by designing the page to include alternative content in case the visitor cannot read Flash.
Alguns métodos considerados próprios pelos sistemas de busca:
- Using a short, unique, and relevant title to name each page.
- Editing web pages to replace vague wording with specific terminology relevant to the subject of the page, and that the audiences that the site was developed for will expect to see on the pages, and will search with to find the site.
- Increasing the amount of original content on a site.
- Using a reasonably-sized, accurate description meta tag without excessive use of keywords, exclamation marks or off topic terms.
- Ensuring that all pages are accessible via regular links, and not only via Java, Javascript or Macromedia Flash applications or meta refresh redirection; this can be done through the use of text-based links in site navigation and also via a page listing all the contents of the site (a site map).
- Allowing search engine spiders to crawl pages of your site that you want indexed without having to accept session IDs or cookies.
- Developing links via natural methods: Google doesn’t elaborate on this somewhat vague guideline. Dropping an email to a fellow webmaster telling him about a great article you’ve just posted, and requesting a link, is most likely acceptable.
- Participating in a web ring with other websites as long as the other websites are independent, share the same topic, and are of comparable quality.
- Writing useful, informational articles and offering free reprint rights for these, in exchange for a hyperlink pointing to your website.
Método do Chapéu Negro
Spamdexing é a tentativa de promoção de páginas através do uso irrelevante, principalmente commerciais, através de técnicas decepcionantes e que fazem uso dos algoritmos de forma abusiva. Muitos administradores de sistemas de busca consideram qualquer tipo de técnica para otimização em sistemas de e melhorar o page rank de um website como spamdexing. No entanto, em tempo um consenso comum desenvolveu na indústria o que pode ser aceitável e o que não é aceitável para reforçar uma colocação nos sistemas de busca e melhoria de tráfego resultante.
As search engines operate in a highly automated way it is often possible for webmasters to use methods and tactics not approved by search engines to gain better ranking. These methods often go unnoticed unless an employee from the search engine manually visits the site and notices the activity, or a change in ranking algorithm causes the site to lose the advantage thus gained. Sometimes a company will employ an SEO consultant to evaluate competitor’s sites, and report “unethical” optimization methods to the search engines.
Spamdexing often gets confused with legitimate search engine optimization techniques, which do not involve deceit. Spamming involves getting websites more exposure than they deserve for their keywords, leading to unsatisfactory search results. Optimization involves getting websites the rank they deserve on the most targeted keywords, leading to satisfactory search experiences.
When discovered, search engines may take action against those found to be using unethical SEO methods. In February 2006, Google removed both BMW Germany and Ricoh Germany for use of these practices.[9]
SEO and Marketing
While this article leans towards setting up a distinction between Search Engine Optimizers as wearing one colored hat or another, that portrayal of the industry is really of little concern to many within the industry, who instead see their efforts as part of a larger, holistic effort.
There is a considerable sized body of practitioners of SEO who see search engines as just another visitor to a site, and try to make the site as accessible to those visitors as to any other who would come to the pages. The focus of their work isn’t primarily to rank the highest for certain terms in search engines, but rather to help site owners fullfill the business objectives of their sites. This may come in the form of driving organic search results to pages, but it also may involve the use of paid advertising on search engines and other pages, building high quality web pages to engage and persuade, addressing technical issues that may keep search engines from crawling and indexing those sites, setting up analytics programs to enable site owners to measure their successes, and making sites accessible and usable.
These SEOs may work in-house for an organization, or as consultants, and search engine optimization may be only part of their daily functions. Often their education of how search engines function come from interacting and discussing the topics on forums, through blogs, at popular conferences and seminars, and by experimentation on their own sites. There are few college courses that cover online marketing from an ecommerce perspective that can keep up with the changes that the web sees on a daily basis.
While reviewing and working towards meeting the guidelines that are posted by search engines can help one build a solid foundation for success on the web, the results of following those guidelines is really just the start. Many see search engine marketing as a larger umbrella under which search engine optimization fits, but it’s possible that many who focused primarily on SEO in the past are incorporating more and more marketing ideas into their efforts, recognizing that search engines themselves have expanded their coverage into including RSS feeds, video search, local results, mapping, and more into what they have to offer.
Legal issues
A SearchKing era uma importante comunidade virtual, na qual colaboradores voluntários mantinham pequenos sítios individuais sobre assuntos de seu interesse.
O administrador da SearchKing, Bob Massa, foi um dos primeiros a enxergar que, graças à importância que o algoritmo da então crescente Google dava aos links, esses iriam adquirir um valor monetário. Massa passou a utilizar o elevado PageRank do SearchKing (então PR7) como chamariz para vender links; à época (antes de a Google criar contra-medidas que atacassem a manipulação artificial de links), um link com tal PR era capaz de melhorar o posicionamento de uma página na Google.
A Google alterou seu algoritmo, de forma a fazer que o PR da SearchKing caísse para PR2 (perdendo assim seu valor financeiro potencial). Bob Massa impetrou uma ação judicial contra a Google, alegando que a alteração ad-hoc do PageRank com o intuito de rebaixar um site específico era atitude anti-ética (unfair business practice). A Corte decidiu em favor da Google, aceitando que o PageRank é nada mais do que uma forma de a empresa expressar sua opinião sobre a relevância das páginas na internet, e como qualquer opinião ela poderia ser alterada a qualquer momento.
O caso tornou-se emblemático porque deixou claro alguns pontos: os links, que até então eram (e esse era o pressuposto do algoritmo da Google) meios de referência a páginas complementares, tornaram-se instrumentos de manipulação de rankings; vários indivíduos e empresas passaram a dar atenção específica à questão dos links (relegando um pouco a questão dos conteúdos), possibilitando o crescimento do mercado até então incipiente de Search Engine Optimization; a Google estava alerta para as mudanças, e passaria a adotar diversas alterações no algoritmo a fim de manter a qualidade de seu serviço de busca.
In 2002, search engine manipulator SearchKing filed suit in an Oklahoma court against the search engine Google. SearchKing’s claim was that Google’s tactics to prevent spamdexing constituted an unfair business practice. This may be compared to lawsuits which email spammers have filed against spam-fighters, as in various cases against MAPS and other DNSBLs. In January of 2003, the court pronounced a summary judgment in Google’s favor.
Page Quality and Ranking
A webmaster who wants to maximize the value of a website can read the guidelines published by the search engines, as well as the coding guidelines published by the World Wide Web Consortium. If the guidelines are followed, and the site presents frequently updated, useful, original content, and a few meaningful, useful inbound links are established, it may be possible to obtain a significant amount of organic search traffic.
When a site has useful and engaging content, there’s a good chance that other webmasters will naturally place links to the site, increasing its PageRank and flow of visitors. When visitors discover a useful website, they tend to refer other visitors by tagging or bookmarking the page, linking to it, and sending others links to it by email or instant message.
As a result, SEO practices that improve website quality are likely to outlive short term practices that simply seek to manipulate search rankings. The top SEOs recommend targeting the same thing that search engines seek to promote: relevant, useful content for their users


Web Design
O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a programação, usabilidade, acessibilidade.
A preocupação fundamental em web design é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma intuitiva.
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Índice[esconder] |
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Planejamento estratégico
Como todo trabalho de design, é necessária uma análise informacional, a partir de um briefing. Detectar corretamente o objetivo do projeto é essencial para um bom planejamento, de modo que as ações sejam tomadas de forma correta.
É sempre necessário definir o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para o público. A partir desses e de outros elementos que sejam específicamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site, a tecnologia empregada e o layout.
De uma forma geral, a primeira impressão que se tem de um site é o visual, depois o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir o design visual do site, que não precisa pular, girar e piscar, a não ser que o que se esteja vendendo é design/imagem, mas ter um aspecto profissional seguindo pelo menos os conceitos básicos do design como aproximação, contraste, alinhamento, dentre outros.
Estrutura
A estrutura do site deve contemplar seu objetivo, tornando a experiência do usuário a mais confortável possível. Deve-se planejar a estrutura de forma que o usuário obtenha facilmente a informação ou serviço desejado.
Layout
O layout precisa transmitir a informação desejada com eficiência. É preciso que o layout seja um elo de comunicação com o usuário, que sua linguagem seja condizente com o objetivo do site.
Cada elemento inserido em um website deve ter um objetivo, a perfeição de um website se atinge quando não há nada a ser retirado e não quando não há nada mais a ser inserido.
A maioria dos lay-out dos sites da Web são feitos em tabelas na linguagem HTML, Entretanto existem layouts que são completamente produzidos sem a presença de tabelas, sao os famosos “tableless”.
Navegadores
São programas responsáveis por interpretar o conteúdo de um web site, disponibilizando assim a interface com a qual o usuário final irá interagir. O navegador está para o web design assim como o papel está para o jornal. A grande variedade de navegadores e discrepância entre os recursos fez seus próprios criadores caminhar em direção a um padrão comum. Atualmente é indispensável criar sites seguindo os padrões da W3C.
No desenvolvimento do site, ele deverá ser testado em mais de um navegador (Firefox, Internet Explorer, Netscape, Opera e outros), pois o layout do site pode apresentar diferenças em determinados navegadores, e o usuário que navega não entenderá o que está acontecendo.
Padrões
A World Wide Web Consortium é o órgão responsável por estabelecer os padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se pode classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.
Programas utilizados
Existe um leque enorme de programas usados pelos webdesigner. Para construção do código, existe Dreamweaver,Frontpage, na parte visual, os editores gráficos vetoriais Corel Draw ou o Illustrator, de bitmap Photoshop ou o Fireworks. Para animações e recursos dinâmicos, o Flash é o mais utilizado.
Ver também
Ligações externas









